Os primeiros sinais de um relacionamento bom

12 Sinais da traição que podem ser observados: 1 – A necessidade repentina de um espaço individual. Antes, o casal compartilhava tudo, saíam sempre juntos, o tempo todo. De uma hora para outra, surge esse desejo de estar com os amigos, de ter mais liberdade. O cônjuge torna-se persona non grata em certos ambientes, ou seja, não é bem ... Como detectar os primeiros sinais de um relacionamento abusivo Algumas pistas que podem até parecer bobas - mas não são! - deixam claro que é melhor tomar uma providência antes que essa relação faça mal demais a você Por Raquel Drehmer - Atualizado em 20 jan 2020, 13h34 - Publicado em 23 Maio 2017, 20h39 Estar em um relacionamento é um compromisso que pode nos dar as melhores alegrias de nossa vida, mas também nossos maiores sofrimentos. Hoje falaremos sobre 4 pilares de um relacionamento. Tomar a decisão de compartilhar nossa vida com alguém envolve algo maior do que amor, pois são requeridos outros pilares básicos para conseguir sucesso ... Relacionamentos exigem parceria, e não sensação de propriedade. Por isso, se você notar esses sinais iniciais de um homem possessivo, é melhor cair fora antes de ficar pior. No passado, os homens eram realmente proprietários das mulheres de certa forma. Os homens mandavam nelas, sempre tinham a palavra final, entre outras coisas. Porém, as mulheres […] Beijo de língua é uma das coisas mais sexy que existem e alimenta o tesão diário. 11- Vocês elogiam um ao outro – Depois de um tempo de convivência, muitas vezes os elogios diminuem como se as qualidades do outro já estivessem sido subentendidas. Mas, não se esqueça que, mesmo os elogios mais óbvios, são bons de escutar. Confira os primeiros sinais de que seu relacionamento está chegando ao fim: A dor anula a bondade. Todos usamos nossas reações emocionais para informar. Quando o amor funciona, mesmo as lacunas momentâneas de conexão não se tornam um problema, porque anulamos essa lacuna com sentimentos positivos. 10 sinais de um bom primeiro encontro. 0 2 0. ... é um bom sinal de que a data não foi uma experiência positiva. Da mesma forma, os primeiros encontros que deixam vocês duas se demorando na porta e dando desculpas para ficar por perto são um bom sinal. Quando sua data não está procurando rotas de fuga, sua data foi boa. Se acaba de um dos lados, é porque a temperatura entre os dois baixou”, pondera Denise. Ela esclarece que os sinais estão em críticas excessivas – “Nada que o outro faz está bom” – e na falta de interesse nos projetos do outro, seja um plano de assistir a uma peça de teatro ou de fazer uma viagem bacana. Miria ressalta que, nesse ... Quais são os sinais de ressentimento em um relacionamento? Como eu disse, pode ser difícil detectar os sinais de ressentimento em um relacionamento. No entanto, não é impossível. Se você souber o que procurar, poderá ver os sinais de ressentimento e, com sorte, superá-los para que seu relacionamento prospere, e não enfraqueça. No momento em que essa visão de perfeição do outro vai diminuindo, é mais provável que comecem as brigas e insatisfação em um relacionamento. Veja também: Hábitos para ser um casal feliz . Sinais de insatisfação no casal. Ao começar uma relação, fala-se de amor, de paixão e de conexão. Com o passar do tempo, as palavras mais usadas são compromisso, carinho e segurança.

Fui a babaca por contar a história de como eu e meu marido nos conhecemos? #Turmafeira

2020.08.12 15:44 sairennorebi Fui a babaca por contar a história de como eu e meu marido nos conhecemos? #Turmafeira

Oi Luba, editores, possível convidado virtual, gatas, papelões sobreviventes e turma que está a ver, quero muito participar por que preciso saber se eu fui a babaca na história.
Bom Luba, eu tinha uns 18 anos na época e minha amiga a mesma idade que eu, vamos chama-la de Karla para não expor. Nós éramos melhores amigas desde crianças. Somos da mesma igreja e, após eu ter um término com meu ex namorado entrei pra um dos grupos que tinha na minha igreja que ela participava. Assim que eu entrei reparei em um rapaz que também fazia parte e logo eu dei uma desculpa para pegar o número dele e começamos a conversar cada vez mais, vamos chamar ele de Carlos. Um tempo depois que estávamos conversando comecei a gostar dele e como eu e a Karla éramos melhores amigas eu fui contar pra ela. Quando contei ela disse que também gostava dele mas que não tinha tido coragem de chegar nele. A questão é que a Karla realmente é mais tímida que eu, mas ela conhecia ele antes de mim e não tinha me falado nada. O clima ficou meio tenso por um tempo e eu até pensei em me afastar do Carlos, afinal não queria perder a amizade dela, mas um tempo depois, quando as coisas estavam começando a ficar mais normais, Calos veio me falar que o melhor amigo dele estava gostando da Karla, vamos chama-lo de Tiago e que queria saber como chegar nela. (Ps. Carlos descobriu que eu e a Karla estávamos gostando dele pela mãe do Tiago, ela era líder desse grupo da igreja que participávamos.) Tiago também era muito tímido então não tinha muita coragem de chegar na Karla mas com algumas dicas ele conseguiu e os dois se aproximaram. Eu e o Carlos começamos a namorar e pouco tempo depois a Karla e o Tiago também, o que era bem legal por que saíamos juntos e éramos um grupo de melhores amigos. Tenho que deixar claro também que Tiago, com o passar do tempo começou a dar sinais de ser meio babaca com a Karla, como fazer ela sair de um emprego que ela estava ganhando muito bem pra ir pra outro que ela ganharia salário mínimo só porque no primeiro ela tinha que ir super arrumada pro trabalho (era corretora de imóveis), isso por que ela ainda está não era formada e tinha que pagar sua própria faculdade por que os pais dela não tinha condição, enquanto ele era formado e não trabalhava e ficava o dia todo em casa jogando.
Passaram-se anos nesse meio termo e Carlos e eu começamos um relacionamento a distância por que ele foi estudar medicina em outro país, e mesmo assim continuávamos juntos e com uma relação muito boa. No último ano, eu já tinha 22 anos, estava nas férias e Carlos estava comigo e fomos no aniversário da irmã de Tiago (ela era muito minha amiga e do Carlos também) e tinha outra amiga nossa lá, vamos chama-la de Larissa, ela veio me contar que tinha começado um relacionamento e que tinha começado meio errado e que tinha sido muito complicado e que estava com medo de por ter começado errado dar tudo errado (detalhe eu estava noiva do Carlos nesse dia e já estávamos próximo do casamento). Com ela me contando isso resolvi contar pra ela como foi o começo do meu relacionamento com o Carlos e como foi difícil porque eu tinha uma amiga que gostava dele, mas eu troquei todos os nomes e não expus ninguém, para mostrar pra ela que as vezes começa difícil como forma de provação pra ver o quanto as pessoas se gostam mesmo, mas que no final podia dar certo. O problema foi que a Karla e o Tiago estava perto e eu não vi, ela escutou tudo e ficou muito puta comigo. Fiquei sabendo depois que o Tiago tinha brigado muito com ela, falando que ele tinha sido o resto, que na verdade ela queria ter ficado com o Carlos (eles já tinham mais de 3 anos de namoro), sendo que ele sempre soube do começo da história, até por que foi a mãe dele que contou tudo pro Carlos. Resumindo ela ficou muito brava comigo e hoje não olha nem na minha cara, detalhe, eles eram nossos padrinhos de casamento e depois disso tivemos que achar outro casal às pressas por que estava perto do casamento. Durante a briga eu disse pra ela que ela estava deixando o Tiago decidir tudo da vida dela inclusive quem ela seria amiga e por isso ela estaria se afastando de mim, mas ela diz que eu inventei toda aquela história e que ela nunca tinha gostado do Carlos, sendo que tem outros amigos nossos que viveram esse momento conosco e sabem que é tudo verdade.
Atualmente estou casada com o Carlos e estamos vivendo muito feliz com ele no Peru (onde ele faz medicina). Ela continua o relacionamento com o Tiago e até onde eu sei ele está morando em outra cidade mas ainda controla cada movimento dela, não deixando ela ter amigos que ele não queira e nem fazer nada que ele não deixe. A mãe dela (muito amiga da minha mãe) detesta o Tiago e tudo que ele tem feito com a filha dela, que antes era uma menina feliz e alegre, agora vivia triste e chorando.
Então, eu fui a babaca por ter contado a história de como eu e meu marido nos conhecemos para uma amiga?
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2020.07.08 14:56 xDark0x Levei um fora da minha ex que ainda amo

Olá! Então, é minha primeira vez aqui escrevendo, e estou um pouco nervosa pois nunca fiz isso antes, tenho dificuldades em falar sobre o que sinto e tal, mas chegou à um ponto em que realmente preciso desabafar. Vou explicar tudo com datas pra ficar mais fácil. Ultimamente venho passado por uma série de eventos os quais me deixaram muito mal. Tenho uma ex namorada, a primeira e única com quem me comprometi até hoje (tenho 18 anos), em março de 2018 conheci ela através de uma amiga e desde então nos demos muito bem. Desde que a conheci já despertou um interesse e sentimento em mim. Tínhamos várias coisas em comum, gostos musicais, forma de ver o mundo e afins. Logo nos tornamos muito próximas, confiavamos tudo uma na outra e após uma jogada de charme aqui, umas coisinhas românticas ali (kkk) Consegui conquista-la. Isso em junho. Namoramos por 6 meses, muito felizes, mas devido uma interferência da família dela, que ficou sabendo de nós duas por intermédio de uma professora do colégio que conhece a mãe dela, (fdp fofoqueira) tivemos que nos separar. A mãe dela me contatou e com base em ameaças de contar à minha família, me fez confessar nosso relacionamento. Depois que o sangue esfriou e fiquei "mais calma", me senti muito mal, pois senti que à traí, me senti mal por acreditar na mãe dela (que considerando a pessoa que é não merece confiança) que disse não fazer nada com ela se eu falasse tudo. Paramos de nos falar, e como já era dezembro, estavamos de férias e não nos víamos (só tínhamos oportunidade de nos ver na escola). Só no ano seguinte, no primeiro dia de aula consegui contata-la e descobri da forma mais dolorosa possível que não sentia mais nada por mim e me odiava pelo que fiz. Me senti péssima, por ainda à amar e pela situação em si, que não saía da minha cabeça. Tivemos só essa conversa e depois nos distanciamos novamente (por escolha dela). Lá pra junho do ano passado, ela começou a dar sinais de querer voltar a falar comigo, depois de longas conversas sobre esse assunto, finalmente nos entendemos, mas não totalmente da forma como gostaria. Ela disse novamente não me amar mais. Foi doloroso, mesmo já tendo ouvido-a dizer antes. Ela estava passando por momentos terríveis com a família. Não é uma pessoa tão fácil de lidar (a criação ajudou um pouco nisso), então falar com ela naquela época foi bem complicado. Queria ajudá-la mas ela não permitia que eu o fizesse. Arduamente fui conquistando a confiança dela, até que desabafava comigo e eu tentava ajudar da forma como podia. Aos poucos ela foi melhorando e fomos resgatando a amizade e por ainda nutrir sentimentos românticos por ela, as vezes dava umas cantadinhas bobas, mas as vezes sérias também (Claro que não no momento que ela estava fragilizada, mas sim nos de descontração, para deixar bem claro). Em setembro nos aproximamos mais e finalmente consegui com que ela demonstrasse gostar de mim da mesma forma que eu dela. Pouco tempo depois a família novamente descobriu a gente, da mesma forma que da outra vez, mas dessa, eu estava de certa forma mais forte. Bom, consegui conversar com a mãe dela sem demonstrar medo pelo menos. Chegamos à conclusão de que realmente não dava pra ficarmos próximas na escola. e em meio à isso tudo, pedi ela em namoro pela segunda vez. Dessa, não mantinhamos o contato de antes, muito raramente ficávamos juntas, já que ela era de outra turma. mas passando o tempo começamos à relaxar um pouquinho e passar ainda mais tempo juntas, sempre que podíamos, porém com mais cautela. Dessa vez, durou 2 meses e meio, de outubro à metade de janeiro. Ela terminou comigo de novo, não por deixar de sentir, mas eu estava passando por questões pessoais (que até hoje estou lidando, e que me incomoda bastante falar). Como ela além de namorada era minha melhor amiga, falei com ela por mensagem sobre o assunto, e depois de conversar, de um dia inteiro completamente estranho e nós indiferentes, eu por me sentir mal por estar daquele jeito, ela acredito que por não estar acreditando e por lamentar a situação, no fim do dia ela terminou tudo. Foi terrível pra mim, confesso que fiquei com raiva de certa forma, pois queria ela do meu lado para enfrentar aquilo, eu estava apavorada sem saber o que se passava direito na minha cabeça. Mas no fundo, por trás de tanto sentimento ruim, entendia que era direito dela. Era total direito dela decidir onde ficar e até onde pode aguentar também, nunca foi uma relação fácil, e não posso exigir de alguém o que eu faria dentro da relação sendo que somos pessoas diferentes. Ainda mantinhamos contato, mas de forma meio estranha, até que ela começou a demorar muito para responder e por fim, sumir por dois meses. No aniversário dela em maio, fiz um pdf com várias mensagens e desenhos (felizmente sou boa com desenhos) e mandei para o email dela, isso sem muita pretenção, apenas como forma de carinho. Depois de 7 dias me respondeu pedindo desculpas por não ter visto já que não olhava o email (algo totalmente válido pois também não olho hehe) e dizendo que se eu quisesse voltar a manter contato que gostaria. Voltamos a nos falar por outra rede, diferente da que nos falávamos antes, e foi tudo muito bem, ainda demorava para responder, mas não posso cobrar já que deve ter as ocupações dela, assim como tenho as minhas. Embora sempre dê aquele desapontamento e dúvida sobre ser "importante" ou não kkk. E à partir de agora voltamos ao que está acontecendo atualmente. (Estou resumindo o máximo que posso pra não ficar maior do que já está.) Há umas três semanas, em uma conversa casual ela perguntou brincando se eu ainda sentia o mesmo por ela, e eu muito envergonhada disse que sim. No outro dia, acordo com um texto dela (ela gosta muito de escrever) falando sobre amor, sobre estar apaixonada por alguém que sempre atrai ela de volta e por isso quer manter em segredo. Automaticamente me animei e fiquei profundamente feliz, "ela ainda me ama!" Pensei. E dessa vez sem eu mesma ter que correr atrás. Escrevi algo respondendo à ela e mandei uma letra de música que gostava muito pra que ela ouvisse. Ela disse que escreveu aquilo aleatoriamente, mas sabe quando você vê que a verdade não é aquilo que a pessoa diz? Enfim. Foram assim as últimas três semanas, com textos românticos que se encaixam perfeitamente na nossa história, respostas minhas, e mais textos que também mandava pra ela. Ela sempre respondia dizendo que ficaram muito bonitas as coisas que escrevi, e era o mesmo que eu dizia para os dela, obviamente direcionados para uma pessoa, mas que por conta da primeira fala dela de querer "manter em segredo" eu não entrava em detalhes, embora estivesse crente de que eram para mim. Textinho vai textinho vem, perguntei se o que ela escrevia era para alguém (Isso já confiante de mim, mas queria que "confessasse") depois de enrolar um pouco para falar, acabou dizendo e era o nome de outra garota :) Fiquei sem entender nada, não sabia como reagir. Me senti uma idiota por ter imaginado que era pra mim e ao mesmo não entendia como aquilo encaixava tanto em nós e em outra situação. Não conheço a menina, mas aparentemente não à corresponde, enfim. Me senti tão mal, principalmente por ter pensado que as coisas eram pra mim e ter descoberto de uma forma tão brusca. Fui conversar com ela para tentar esclarecer tudo e foi até bem rude ao responder. Disse que não via mais futuro em nós e não queria mais a confusão que era "estar comigo". Isso aconteceu ontem, e até agora não sai da minha cabeça. Dormi pensando nisso da mesma forma que acordei hoje e foi a primeira coisa que veio à cabeça. Não é a primeira vez que acontece situações que me deixam assim, em relação à ela. As vezes parece que estamos em um looping infinito sabe? Pois sempre passamos pelos mesmos momentos, desde os complicados, aos de investidas minhas e a "volta do amor" dela, que é algo que me deixa com muitas dúvidas por dentro, pois poxa, que amor é esse que eu preciso ir atrás? E sinceramente, isso me deixa com tantos questionamentos e angústias, eu realmente à amo, e me sinto uma idiota por isso. Eu odeio me sentir dessa forma sabe? As vezes odeio ser dessa forma. Me sinto idiota por ser tão intensa em ralação aos sentimentos, principalmente numa época em que isso é pouco levado em conta por muita gente. Ocorre um misto de emoções, angústia, tristeza... Por tudo que já aconteceu e pelo que estou sentindo agora. Tenho dúvidas reais sobre nosso fututo, não sei o que pode acontecer conosco, se podemos ficar juntas, ou se realmente estamos fadadas à seguir caminhos diferentes; e isso é uma das coisas que mais me apavora, não saber o que irá acontecer, se esse sentimento por ela vale realmente a pena ou estou apenas perdendo tempo em minha vida, numa coisa que não terá fundamento. Me sinto afogada nesse misto de sensações, sentimentos de amor e tristeza que não sei como fazer passar.
Não sei se alguém vai ler até o final porque realmente ficou enorme kkk, mas de qualquer forma já vale o desabafo. Não tenho ninguém para falar sobre isso
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.10.06 04:28 altovaliriano Eddard Stark

George R. R. Martin reiteradamente afirma que nenhum personagem está a salvo da morte, uma noção que ele lapidou muito habilidosamente para estabelecer na saga. A primeira pedra da fundação desta estrutura é lançada com Eddard "Ned" Stark, ao final de A Guerra dos Tronos.
Ned é visto como personagem central do primeiro livro, no qual ele é apresentado como um pai amoroso, marido dedicado, amigo querido, líder confiável, vassalo leal, homem devoto e cumpridor de sua palavra e deveres. Estas qualidades são apontadas como as razões pela qual os leitores o identificam como o herói da história e alguém para quem torcer.
A história do personagem todos sabemos. Ned estava feliz no Norte com sua família quando notícias de que seu antigo protetor e pai de criação teria sido assassinado e seu rei (e amigo de infância) o nomeia como substituto no cargo de Mão do Rei. Desde o momento em que Ned aceita (relutante) o cargo, sua família começa sofrer com os atritos políticos entre Eddard e a família da Rainha. Em Porto Real, Eddard vai de peixe fora d'água a persona non grata enquanto investiga as circunstâncias da morte de Jon Arryn, até que perde todo o apoio político que tinha na capital com a morte do Rei Robert. Eddard tenta fazer justiça, mas é traído, humilhado e acaba por sequer ganhar a misericórdia que lhe foi prometida.
É muito apontado que Ricardo Plantageneta, o 3º Duque de York (1411-1460) seria a inspiração histórica de GRRM para Eddard Stark. O líder de sua Casa de York nos primeiros anos da Guerra das Rosas havia sido nomeado como Lorde Protetor e Regente da Coroa quando o Rei Henrique VI sofreu um colapso nervoso, traiu a Coroa e enfrentou a Rainha Margaret de Anjou, da Casa de Lancaster, mas acabou derrotado e teve sua cabeça exposta nos portões da cidade de York.
Outra inspiração histórica apontada é um dos filho de Ricardo, que viria a reinar como Ricardo III, que havia tentado usar o testamento de Eduardo IV para se tornar regente de Eduardo V... somente para depois anular o casamento de sua cunhada Elizabeth Woodville com o irmão, declarar seus sobrinhos como bastardos e tomar o trono para si. No fim, foi derrotado pelos filhos do primeiro casamento de Elizabeth.
Mas nenhuma dessas personalidades históricas pode ser tomada como referência direta à Eddard Stark, uma vez que a forma como Martin retratou Eddard parece ter sido moldada tendo em vista as necessidades da ficção e não como um estudo da história do mundo real. Portanto, é necessário avaliar a construção da personalidade de Ned Stark dentro das exigências de "As Crônicas de Gelo e Fogo".
Assim, para entender Eddard, proponho questionarmos sua criação, suas relações pessoais e suas relações políticas.
EDDARD, O ANIMAL HUMANO
Eddard nasceu como segundo filho de Rickard e Lyarra Karstark, mas sem demora foi substituído como caçula por Lyanna e Benjen. Ser um filho do meio já evoca uma série de questões sobre auto-estima e favoritismo em um núcleo familiar, especialmente em uma sociedade como a de Westeros, em que toda a fortuna da família é passada apenas para o primeiro herdeiro na linha de sucessão.
Tudo isto parecia ser verdade na família Stark. Ned relata que foi seu irmão mais velho, Brandon, quem recebeu toda a educação senhorial e era tido como o próximo senhor, até mesmo por Eddard, que não nutria nenhuma esperança de herdar Winterfell.
Neste contexto, o papel que um segundo irmão deveria desempenhar era o de leal vassalo do irmão mais velho. Não sabemos se a personalidade de Eddard foi determinante para que ele absorvesse essa postura ou se estas lições lhe foram passadas por seus pais ou por Jon Arryn. Contudo, sabemos que é assim que Eddard entendia seu papel dentro de sua família. Afinal, foram a estas lições que ele recorreu quando explicou a seu segundo filho, Bran, qual deveria ser seu papel diante do primogênito Robb.
De todo modo, se seu papel secundário e instrumental não estava claro durante sua infância em Winterfell, deve ter ficado muito claro quando foi enviado para o Ninho da Águia, para ser criado por um estranho. Ao contrário de Robert, Ned parece ter voltado pouco para a sede de sua Casa durante sua adolescência, fazendo com que seus laços com sua família e os nortenhos fossem notoriamente mais fracos do que os de Brandon, que foi criado em Vila Acidentada. Na verdade, Brandon era de tal carisma que conquistaria amigos até mesmo no Vale de Arryn.
Por outro lado, Ned é descrito como tímido, reservado, com aparência solene, coração e olhos gelados que parecem julgar os outros com desdém. Talvez isso tenha sido desenvolvido depois de adulto, e em razão das adversidades que enfrentou. Talvez estas características estivessem com ele desde que ele fosse criança. Assim, é possível que tenha deixado poucas amizades para trás quando partiu com oito anos para o Ninho da Águia.
Uma vez sob a tutela de Jon Arryn, a vida parece ter sido diferente. Como Jon Arryn havia perdido sua segunda esposa, irmão e sobrinho e não tinha filho algum, Robert e Ned eram como se fossem seus filhos mais velho e mais novo, respectivamente. Durante os nove anos que ficou por lá, é imaginável que Eddard tenha recebido muito mais deferências do que recebia de seu próprio pai em Winterfell.
Na verdade, a propalada honra de Ned Stark pode ser mais fruto de sua criação junto a Arryn do que derivada dos Stark. Não só porque a honra é uma das marcas daquela outra Casa ("Alto como a honra"), como o próprio Jon Arryn demonstrou que punha a honra frente a cega obediência (como quando se recusou a entregar Robert e Ned a Aerys e iniciou uma Rebelião por isso).
Já sobre os Stark de Rickard, por sua vez, paira uma suspeita de que tinham tanta sede de poder e influência quanto tinham de sangue (o tal "sangue de lobo"). Talvez por isso também que sejam tão notórias as diferenças entre Eddard e seus irmãos. Para além de uma mera incompatibilidade de gênios, pode ter havido uma incompatibilidade de criação.
Eddard não deixou de amar os irmãos, entretanto. Ainda que ele condene as atitudes de Brandon e Lyanna, Ned encomendou estátuas mortuárias para todos eles nas criptas de Winterfell, algo inédito na tradição Stark, que demonstra quão profundamente sentimental ele era, especialmente para seus familiares que tiveram um fim trágico.
Contudo, as vezes parece que a verdadeira família de Eddard, aquela que era dona de seu coração era triângulo que formava com Jon Arryn e Robert Baratheon. De fato, ao saber primeiro da morte de Arryn e depois da visita de Robert logo no começo de A Guerra dos Tronos, Ned vai da escuridão a luz: ele perdeu uma parte importante de sua família postiça, mas outra está a caminho para uma visita inesperada.
Por alguma razão que eu ainda não entendo completamente, entretanto, Ned parecia amar Lyanna acima até mesmo de Robert (apesar de ele achar que Robert tinha uma devoção por ela ainda maior do que a dele - AGOT, Eddard I). Nas memórias de Eddard, Lyanna era uma "menina-mulher de inigualável encanto" e, se foram verdade as especulações de que Lyanna o teria visitado às vezes enquanto ele esteve no Vale, poderia ser um indício de que entre ele e Lyanna havia uma intimidade ímpar na família Stark.
Durante "A Guerra dos Tronos", há vários instantes em que essa intimidade e as promessas que Lyanna requereu em seu leito de morte ecoaram. Mas um dos momentos que eu julgo mais significativo foi quando Robert, também em seu leito de morte, cita e imita Lyanna:
Saudarei Lyanna por você, Ned. Tome conta dos meus filhos por mim. [...]
– Eu… defenderei seus filhos como se fossem meus – respondeu lentamente.
(AGOT, Eddard XIII)
Esta coincidência parece indicar que Lyanna e Robert foram as figuras fraternas centrais na vida de Eddard.
NED, PARA OS ÍNTIMOS
Já foram explorados acima vários aspectos da personalidade íntima de Ned. Mas é preciso discriminar melhor. E o primeiro deles se refere à visão que, durante a infância, Ned tinha de sua família e vice-versa.
Sobre seu pai e mãe, pouco conhecemos através de Ned. E isso parece indicar que há uma distância, tanto porque não era um filho com deferência de nenhum deles, quanto porque ele desenvolveu sua psicologia longe de casa, sob a tutela de sua icônica figura paterna, Jon Arryn.
Sobre seus irmãos, Ned passou a vida à sombra de Brandon (sendo suplantado por ele até na tarefa de conseguir para si próprio uma dança com a garota por quem ele se apaixonou), mas até parecia apreciar esta posição, pois sentia-se mais confortável na posição de irmão cumpridor de seu dever.
Quanto à Lyanna, há muitos indícios de sua intimidade, o que talvez decorresse de seu temperamento analítico, em contraste com o sangue de loba dela. O modo como Eddard tentou persuadir Lyanna de que Robert seria um bom partido parece revelar que Eddard pensava ter algum influência sobre ela. Ao mesmo tempo, Eddard afirma que Robert não conhecia a garota como ele. Pode ser, inclusive, que a falta de de rancor de Eddard por Rhaegar e sua reação mais moderada quando o príncipe a coroou Rainha da Beleza e do Amor em Harrenhal decorram de um certo conhecimento sobre a natureza de Lyanna e de como ela poderia estar correspondendo àquilo.
Sobre Benjen, o relacionamento com Eddard parece mais distante. É curioso pensar que, sendo o outro único filho sobrevivente de Rickard e Lyarra, somente tenha se aproximado melhor de Ned nos anos entre o fim da Rebelião de Robert e seu ingresso para a Patrulha da Noite. É possível, inclusive, que essa falta de intimidade, aliada com o fato de Ned já ter retornado a Winterfell com dois filhos homens, tenham sido decisiva na decisão de Benjen ir para a Muralha.
O segundo aspecto da personalidade íntima de Eddard é como ele se portou durante sua idade adulta, enquanto fazia amigos, vivia amores e formava uma família.
Eddard nunca é descrito como sendo um homem atraente ou um amante encantador. Na verdade, Catelyn fala como ficou desapontada com ele ser mais baixo e melancólico e ter um rosto mais simples que o de Brandon. Mas ela afirma que com o tempo descobriu o amor no coração "bom e doce" de Ned.
É interessante notar que essa foi a mesma opinião que ela deu sobre o Norte a Lynesse Hightower:
Lembrava-se de como a Senhora Lynesse era jovem, bela e infeliz. Uma noite, após várias taças de vinho, confessara a Catelyn que o Norte não era lugar para uma Hightower de Vilavelha.
– Houve uma Tully de Correrrio que sentiu o mesmo um dia – Catelyn respondeu com gentileza, tentando consolá-la –, mas, com o tempo, encontrou aqui muitas coisas que podia amar.
(ASOS, Catelyn V)
Portanto, Ned é uma alegoria do Norte: inóspito, simples e melancólico, mas que guarda algum tipo beleza e calor. A próprioa Lyanna é descrita como uma bruta por alguns (meistre Yandel) e uma beleza selvagem por outros (Kevan Lannister). Sabemos que Ned não tinha a natureza da irmã, mas poderia ter um pouco dessa beleza selvagem? Talvez Ashara o tenha visto sob essa ótica? Talvez nunca saberemos.
O que sabemos com certeza é que Eddard era um marido dedicado, assim com Catelyn era uma esposa dedicada. Ironicamente, dois cumpridores de seu dever conseguiram fazer surgir amor em um casamento arranjado que era o substituto de outro casamento arranjado. A forma como Eddard se obrigou a respeitar até a crença religiosa da mulher é tocante (construindo um septo para ela e trazendo um septão a Winterfell).
Isto é diferente do tipo de amor que Robert tem por ele. A amizade entre os dois parece o típico caso em que um extrovertido carismático adota um introvertido sem amigos. Este tipo de relação - que é imposta por outra pessoa - parece ser o tipo com que Eddard lida bem. Ironicamente, poderíamos dizer que Ned só é amigo de seu "chefe", o que combina com sua lição a Jon de que um senhor nunca deve ser amigo dos homens que comanda (ADWD, Jon III).
Como pai, Ned era muito efetivo e marcou seus filhos profundamente. Podemos ver os resultados de sua criação naqueles que amadureceram antes de sua morte. Robb havia absorvido todo o dever, a honra e o senso de justiça do pai, se tornando um Eddard em pele de Tully. Jon seria sua imagem e semelhança, caso não fosse filho de outros e não tivesse sido acossado a vida inteira por Catelyn. Ainda assim, é incrível que toda essa adversidade não o tornou menos cópia de seu "pai". É notório que Jon é mais orgulhoso que Robb, mas isso é uma coisa sua, talvez um mecanismo de defesa, resultado de um complexo de inferioridade, ou apenas das falsas certezas da juventude.
Bran, Arya e Rickon eram jovens demais para que a influência do pai cristalizasse em sua personalidade. Portanto, eles hoje estão suscetíveis à influência de outras figuras paternas na jornada que enfrentam. Ainda assim, pequenas lições de Eddard continuam a ecoar neles mesmo anos mais tarde. Bran ainda se lembra sobre como seu pai dizia que apenas diante do medo os homens podem ser corajosos, e Arya procura uma matilha constantemente para não perecer como o lobo solitário 'quando os ventos brancos se erguerem'.
O caso oposto foi o que aconteceu com Theon Greyjoy. Nem todo o tratamento com deferência que lhe foi oferecido em Winterfell resultou em boas relações com Ned. Ainda que descontemos seu conflitos internos pessoais (assunto para outro texto), esta repulsa de Theon pode ser explicada pelo fato de que ele havia crescido e sido educado dentro de uma cultura que odeia os habitantes do continente, em especial os nortenhos. Portanto, diante da educação recebida nas Ilhas de Ferro e do tratamento solene que lhe era dirigido, não parece inverossímil que ele mais tarde alegue que era sempre lembrado de sua condição de prisioneiro e pense que Eddard era frio com ele.
Entretanto, como visto em A Dança dos Dragões, o verdadeiro ressentimento de Theon era saber que nunca seria parte da família Stark. De fato, havia semelhanças demais entre a história de Ned e Theon para que suponhamos que Ned não tivesse boa dose de tato quando eles se relacionavam. Ned também havia sido retirado de casa quando ainda era criança para ir morar com um estranho em uma terra estranha. Ainda que sua condição no Ninho da Águia fosse bastante menos opressora do que a de Theon em Winterfell, ninguém poderia dizer que Ned foi voluntariamente enviado para o Vale. Assim, As conclusões de Theon serão sempre injustas.
Mas esse não é o caso mais interessante e agudo entre as crianças criadas por Ned. O relacionamento mais desafiador e com mais consequência era aquele com sua filha Sansa. Comecemos por dizer que não havia nada afetivamente errado entre eles, mas as circunstâncias tornaram as falhas deste relacionamento em um sintoma do que havia de errado no próprio Eddard como Mão do Rei. Em síntese, os erros de Sansa também foram erros de Ned.
Durante os eventos sinistros que ocorreram em A Guerra dos Tronos, Ned repetidamente deixa suas filhas no escuro sobre o que realmente estava se passando. Em razão da diferença de naturezas, Arya e Sansa têm respostas diferentes às situações. Eddard tem mais sucesso em apaziguar Arya, cujas semelhanças com Lyanna podem ter ajudado com que ele a compreende-se melhor (veja: Eddard até permitiu que Arya tivesse treinamento em armas quando sabe-se que o próprio Lorde Rickard não o permitiu a Lyanna).
Contudo, Sansa não é uma garota que tinha 'ferro por baixo da beleza', como Lyanna. Sansa é a garota para quem 'a cortesia era a armadura de uma dama'. E é justamente aqui esta a falha de Eddard. Ned não tem traquejo social, não entende de sutilezas e acaba traído e executado justamente por isso. Portanto, não é nenhum coincidência ou ironia que Sansa esteja sob a tutela e controle do homem que conhecia o suficiente de sutilezas para, por exemplo, trair e garantir a execução de Ned e ainda sair de mãos limpas e levando a filha que Ned não soube lidar adequadamente.
Mas a bizarra relação pai-filha entre Mindinho e Sansa é assunto para outro texto.
LORDE EDDARD STARK
Eddard Stark foi Lorde de Winterfell e guardião do Norte por 15 anos e é amado o suficiente na região para que pessoas arrisquem as próprias vidas em intrigas e guerras para proteger seus filhos. Mas se era Brandon quem teve a educação senhorial adequada e Ned não é carismático ou tem traquejo social, como isso é possível? Muito facilmente, alguém responderia que isso se deve a um longo verão de 10 anos. Mas não é só isso, á traços da personalidade de Eddard que o tornam um bom senhor.
O primeiro deriva de uma afirmação de Catelyn lembranda por Arya quando viu Tywin Lannister em Harrenhal:
Lorde Lannister tinha um aspecto forte para um velho, com rígidas suíças douradas e uma cabeça calva. Havia algo no seu rosto que fazia Arya lembrar-se de seu pai, embora não se parecessem em nada. Tem uma cara de senhor, é só isso, disse a si mesma. Lembrava-se de ouvir a senhora sua mãe dizer ao pai para envergar a cara de senhor e ir tratar de algum assunto. O pai ria daquilo. Arya não conseguia imaginar Lorde Tywin rindo de qualquer coisa.
(ACOK, Arya VII)
Como se vê, Eddard tinha cara de Lorde. O suficiente para ser comparável a ninguém menos do que Tywin Lannister. Pode parecer irrelevante, mas é algo que o próprio Bran também nota, como Eddard assumia o rosto do Senhor de Winterfell logo no primeira capítulo do primeiro livro.
O segundo é que Ned não faz separação entre o público e o privado. Sua relação com seus próprios servos é muito pessoal. A ponto de achar que o Senhor devia ceiar com seus homens e conhecê-los, para que eles não morram por um estranho (AGOT, Arya II). Esta tipo de política pessoal é tipicamente nortenha. É o tipo de política que mais tarde Jon Snow indica a Stannis Baratheon a seguir: deixe que eles lhe conheçam e eles lhe seguirão.
Este tipo de política, contudo, não é o que seria útil em Porto Real. Mas também este erro não pode ser atribuído totalmente a Ned. O primeiro erro foi de Robert, que selecionou Ned com base na confiança, não em suas competências. Caso Robert, tivesse olhado para sua própria família (como Stannis esperava, por isso que ele partiu para Pedra do Dragão depois que Robert o pulou), talvez o conflito contra os Lannister teria sido muito mais restrito e menos danoso ao reino.
Havia sinais que Robert deixou de ler quando selecionou Eddard para o cargo de Mão. O primeiro era que Eddard era essencialmente um soldado. Jaime Lannister, quando avalia Randyll Tarly como candidato a Mão de Tommen, ele avalia que um soldado é uma "fraca Mão para tempos de paz" (AFFC, Cersei II). E isto é especialmente verdade quando notamos que Eddard é um agente político sem agenda ou ambição. Na ausência de um conflito real, ele é apenas alguém segurando a cadeira para outra pessoa (e que não via a hora de ir embora).
Talvez tenha sido o fato de que Ned continuou no Norte a se portar como um segundo irmão obediente e não causar problemas a Porto Real que tenha feito Robert pensar que Lorde Stark daria uma boa mão. Mas a postura isolacionista de Eddard deveria ter funcionado como um sinal de que o homem não saberia lidar com costumes da política sulista.
Porém, no final, Robert preferiu algo que lhe trouxesse conforto e familiaridade. E a falta de traquejo de Ned cobrou seu preço. Desde o primeiro encontro com o conselho, Eddard demonstrou que não tinha talento para fazer aliados, não estava acostumado a não ter a palavra final e tinha uma retórica rudimentar. Todas estas qualidades reunidas fazem de uma pessoa um imã de inimizades.
Fora isso, Ned não se cercou de pessoas que poderia confiar, tampouco agiu para a destituição de pessoas de quem ele desconfiava do conselho do rei (o que seria de alguma fácil de conseguir, já que metade do conselho era de baixo nascimento).
Por fim, quando seus erros de cálculo se acumularam e circunstância fora de seu controle se mostraram desfavoráveis, Eddard julgou que poderia usar seu cargo e uma força mercenária (patrulheiros da cidade subornados) para resolver tudo e cometeu mais um erro de subestimar Cersei, dando-lhe uma chance de fugir, no que ele classificou como "a loucura da misericórida".
No final, os Lannisters usaram sua própria honra contra ele, fazendo com que ele confessasse ter fabricado a verdade pela qual seus homens morreram em seu golpe de estado fracassado.
EDDARD, O MORTO
Primeiro, temos que afirmar o óbvio: Ned não está vivendo uma segunda vida em algum pombo em Porto Real, como afirma a infame e bizarra teoria. Nós estivemos na cabeça de Eddard e ele nunca teve sonhos de warg ou qualquer experiência de troca-peles.
Mas, fora de questões lúdicas, por que Martin matou Ned?
Algumas pessoas pensam que, ao matá-lo, GRRM estava dando o tom dos livros. Pessoas sem capacidade de se adaptar não estariam aptos a serem parte do jogo dos tronos e seriam alvo fácil para jogadores mais talentosos e experientes.
Outros afirmam que foi justamente para mostrar que assim eram as políticas medievais, e que Martin está apenas sendo realista e fiel ao tom da história de nosso mundo. Porém, Martin já afirmou enfaticamente não ter ou defender uma visão niilista do mundo.
Eu gostaria de propor uma terceira via: que Ned foi morto por circunstâncias fora de seu controle. Afinal, no fim, sua morte não era prevista nem por seus inimigos. Foi apenas um capricho de Joffrey, assim como a tentativa de assassinato de Bran.
Qualquer que tenha sido a razão para Ned morrer pela própria espada que ele executa Gared no início dos livros, a morte de Eddard aparentemente já era prenunciada (foreshadowed) desde o começo do livro, com a descoberta a loba gigante morta e seus filhotes desamparados perdidos no mundo.
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2019.06.18 17:38 exo_word Mikrogeophagus ramirezi

Mikrogeophagus ramirezi - Ramirezi

Sinônimos

Apistogramma ramirezi Myers & Harry, 1948; Papiliochromis ramirezi (Myers & Harry, 1948); Microgeophagus ramirezi (Myers & Harry, 1948)

Etimologia

Mikrogeophagus : do grego μικρός (mikrós), que significa 'pequeno', e o nome genérico Geophagus .
ramirezi : aparentemente escolhido para evitar confusões porque o nome 'ramirezi' estava sendo usado para o peixe no comércio ornamental antes de sua descrição.

Classificação

Ordem : Perciformes Família : Cichlidae

Distribuição

A maioria da literatura sugere que esta espécie é restrita aos llanos venezuelanos e colombianos da drenagem do rio Orinoco, embora um dos espécimes em nossas imagens seja coletado no rio Purus, um afluente do Amazonas localizado a uma certa distância do rio Orinoco. aquela bacia hidrográfica.
Tipo de localidade é 'Orinoco system, Venezuela'.

Habitat

O Llanos é um vasto sistema de pastagens de savanas tropicais altamente biodiversas, planícies e florestas sazonalmente inundadas que cobrem uma área de quase 600.000 quilômetros quadrados na Venezuela e na Colômbia. Existem padrões climáticos anuais bem definidos com estações úmidas e secas distintas e altas temperaturas durante todo o ano.
Ele está localizado ao norte e oeste do rio Orinoco e drenado por muitos dos afluentes do rio.
Outros peixes que ocorrem na região e estão disponíveis no comércio de aquários incluem Corydoras delphax, Platydoras costatus , Baryancistrus beggini , Hypancistrus inspector , Panqolus maccus , Panaque nigrolineatus , Hemigrammus rhodostomus , H. stictus , Hyphessobrycon sweglesi , Paracheirodon axelrodi , Pristella maxillaris , Copella nattereri , Biotodoma wavrini , Geophagus abalios , Heros severus , Mesonauta insignis , Satanoperca daemon e Uaru fernandezyepezi .

Comprimento Padrão Máximo

35 a 40 mm.

Tamanho Aquário

Um aquário com uma base de 60 a 30 cm ou equivalente é suficiente para um único par.

Manutenção

Desde que haja uma cobertura e estrutura adequadas, esta espécie não é nada exigente no que diz respeito à decoração com vasos de cerâmica, comprimentos de tubagens plásticas e outros materiais artificiais, todas as adições úteis.
Um arranjo de aparência mais natural poderia consistir de um substrato arenoso e macio com raízes de madeira e galhos colocados de tal maneira que se formem muitas manchas e cavernas sombreadas, além de uma ou duas pedras planas ou semelhantes para proporcionar potenciais locais de desova.
A adição de serapilheira seca enfatizaria ainda mais a sensação natural e, com ela, o crescimento de colônias microbianas benéficas à medida que a decomposição ocorre. Estes podem fornecer uma fonte de alimento secundária valiosa para alevinos, enquanto os taninos e outras substâncias químicas liberadas pelas folhas em decomposição auxiliam na simulação de condições naturais.
As plantas aquáticas também podem ser usadas com aquelas de gêneros como Microsorum , Taxiphyllum , Cryptocoryne e Anubias, talvez mais úteis, pois podem ser cultivadas anexadas à decoração, embora nenhuma delas seja nativa da América do Sul.
A filtração, ou pelo menos o fluxo de água, não deve ser muito forte e as mudanças de água muito grandes devem ser evitadas com mudanças regulares de 10 a 15% recomendadas.
Esta espécie nunca deve ser adicionada a aquários novos ou biologicamente imaturos. Quando as condições se deterioram, torna-se suscetível a uma condição semelhante àquela referida como erosão da linha lateral e da cabeça ou buraco na cabeça em outras espécies que inicialmente se manifesta como pequenos buracos formados por carne em erosão ao redor da cabeça e poros da linha lateral.

Condições da Água

Temperatura : 26 - 30 ° C
pH : 4,0 - 7,0
Dureza : 18 - 179 ppm

Dieta

Mikrogeophagus spp. são bentófagas por natureza, normalmente obtendo bocados de substrato que são peneirados para itens comestíveis com o material restante expelido pelas aberturas branquiais e pela boca, embora eles também percorram superfícies sólidas e arrebatem itens diretamente da coluna de água.
No aquário, devem ser oferecidas uma variedade de pratos vivos e congelados, como bloodworm, Artemia , Daphnia , verme grindal, etc., complementados por alimentos de boa qualidade, secos e afundados, de tamanho adequadamente pequeno. Peixes selvagens podem inicialmente recusar estes últimos, mas normalmente aprendem a aceitá-los ao longo do tempo.
Receitas de gelatina caseiras contendo uma mistura de ração de peixe seco, marisco, frutas e vegetais frescos, por exemplo, também funcionam bem e podem ser cortados em discos pequenos usando o final de uma pipeta afiada ou faca pequena.

Comportamento e Compatibilidade

Apesar de normalmente ser vendido como tal, o M. ramirezi não é recomendado para o aquário comunitário em geral, uma vez que requer uma qualidade de água pura e é um concorrente deficiente, embora isso não signifique que deva ser mantido sozinho.
Grupos de pacíficos, characídeos de águas abertas ou similares são particularmente recomendados como companheiros de tanque, uma vez que a presença de pequenos cardumes ou cardumes parece ser usada como um indicador de que não há ameaça imediata nas proximidades e, portanto, pode ajudar a reduzir a timidez.
Certifique-se de pesquisar suas escolhas potenciais em profundidade e evitar peixes territoriais ou agressivos, incluindo a maioria dos outros ciclídeos, e aqueles que requerem água mais dura.
Os juvenis são gregários, mas quando atingem a maturidade sexual, começarão a formar pares dos quais cada um comandará um território com alguns metros de altura ao criar.

Dimorfismo Sexual

Os machos adultos crescem mais que as fêmeas, possuem nadadeiras um pouco mais estendidas e são mais intensamente coloridos.
A maioria das fêmeas possui uma mancha rosada na barriga que está ausente nos machos, embora isto possa não ser o caso em algumas estirpes ornamentais (ver "Notas").

Reprodução

Esta espécie é um spawner de substrato biparental e é melhor reproduzida em uma configuração dedicada, sem outros peixes presentes.
Não parece haver nenhum gatilho específico para o processo de desova, com os principais requisitos sendo boa dieta e rigoroso regime de manutenção. Os ovos podem ser difíceis de levantar e facilmente desenvolver fungos ou não desenvolver, a menos que a água esteja muito limpa e com baixa dureza.
Pares inexperientes podem comer sua ninhada, mas muitas vezes acertam as coisas após algumas tentativas, enquanto o peixe produzido comercialmente (veja 'Notas') tende a ser de qualidade relativamente baixa e pode falhar em fertilizar muitos de seus ovos ou simplesmente consumi-los repetidamente.
A menos que estejam disponíveis adultos sexuados, é melhor começar com um grupo de peixes jovens e permitir que os pares se formem naturalmente, separando-os ao fazê-lo, e recomendamos comprá-los a um criador privado de boa reputação, se possível.
Os ovos são normalmente colocados em uma superfície sólida, como uma pedra plana, um pedaço de madeira flutuante, folhas largas da planta ou diretamente no vidro do aquário, e a desova ocorre em estilo típico com a fêmea colocando uma ou mais fileiras de ovos antes do macho se mover. fertilizá-los, este processo sendo repetido inúmeras vezes.
Se você mantiver os adultos em uma situação da comunidade, recomenda-se remover os tankmates ou os ovos neste ponto, caso deseje aumentar um bom número de filhotes. Tanto o homem quanto a mulher participam igualmente do cuidado de crias.
A incubação é de 2 a 3 dias, após os quais os alevinos permanecem em grande parte imóveis por mais 5 dias, período durante o qual não necessitam de qualquer alimento suplementar. Depois de nadar livremente, eles devem receber microworm, infusórios e outros alimentos microscópicos durante os primeiros 2-3 dias, após os quais alimentos maiores, como náuplios de Artemia, podem ser introduzidos.

Notas

M. ramirezi também é conhecido pelos nomes 'ciclídeo anão' ramirez 'e' ciclídeo borboleta 'e está entre os ciclídeos anões mais populares no hobby aquário.
Como resultado, é produzido em uma base comercial em grande número e um número de cepas ornamentais foram desenvolvidas, incluindo 'ouro', 'long-finned' (tanto azul e ouro formas; também negociadas como 'lyre-tail', ' véu-cauda 'e' hi-fin '),' azul elétrico / neon ',' super neon azul ouro '' pérola / perlmutt 'e' balão '.
Essas formas criadas artificialmente, em particular as últimas, tendem a ser geneticamente fracas, suscetíveis a doenças, exibem períodos de vida encurtados e baixo vigor reprodutivo, além de, em muitos casos, apenas os machos serem distribuídos.
Acredita-se que os hormônios podem ser usados ​​para aumentar a produção e os peixes geralmente são criados em alimentos secos contendo grandes quantidades de proteína e pigmentos carotenóides para acelerar o crescimento e intensificar a coloração.
A forma clássica de 'azul alemão', anteriormente considerada de boa qualidade, também é agora produzida em vários países diferentes e sofreu como resultado.
Embora indubitavelmente de estoque genético superior o peixe selvagem seja mais exigente em termos de condições de água e dieta e indiscutivelmente adequado apenas para aquaristas experientes, portanto é difícil recomendar esta espécie a menos que um criador privado respeitável possa ser encontrado.
O gênero Mikrogeophagus contém atualmente apenas duas espécies reconhecidas. Eles estão separados uns dos outros em um sentido geográfico com M. ramirezi ocorrendo na Venezuela e na Colômbia e seus congêneres M. altispinosa, nativos da Bolívia e do oeste do Brasil. Este último também é um peixe maior e menos colorido, sem marcas iridescentes azuis nas barbatanas, corpo e cabeça.
O agrupamento tem uma história taxonômica confusa com a correta localização e ortografia das espécies-tipo M. ramirezi, uma fonte de confusão por várias décadas antes da publicação de Kullander (2011). Foi descrito como um membro do gênero Apistogramma, mas depois afiliado com o nome Microgeophagus em um livro de aquário de Hans Frey (1957), que não forneceu caracteres diagnósticos e apenas sugeriu que ele pudesse ser colocado naquele gênero no futuro.
O último nome não alcançou aceitação geral até 1971, quando Axelrod o usou em um livro popular sobre a criação de peixes de aquário, embora Klee (1971) tenha rejeitado isso e sugerido que as espécies deveriam ser incluídas no Geophagus . Kullander (1977) descreveu o novo gênero Papiliochromis com P. ramirezi como espécie-tipo e, no mesmo trabalho, considerou o Microgeophagus como um nome indisponível, sem fornecer detalhes precisos sobre o motivo.
Papiliochromis foi aceito tanto na literatura amadora quanto científica até que Bailey e Robins (1982) concluíram que Microgeophagus sensu Axelrod (1971) era o mais antigo nome disponível para um gênero de ciclídeo com A. ramirezi como espécie de tipo e, portanto, deveria ser considerado válido.
Géry (1983, 1986) argumentou que Microgeophagus sensu Frey (1957) é o mais antigo nome disponível para o gênero, enquanto Allgayer (1985) considerou válido Papiliochromis . Kullander (1998) usou Mikrogeophagus , um nome que ele considerou o mais antigo disponível com base em sua inclusão como um nome válido em Jeg har akvarium , um livro de aquário de língua dinamarquesa publicado em 1968, com Microgeophagus sensu Frey (1957), um nomen nudum indisponível diagnóstico e tipo de espécie.
O gênero Mikrogeophagus é, portanto, atribuído a Jens Meulengracht-Madsen, 1968, autor das seções relevantes do livro (foi editado por Schiøtz e Christensen), mas é considerado um ato nomenclatural "involuntário" porque o autor acreditava estar usando uma nome existente.
O Mikrogeophagus, portanto, tornou-se amplamente aceito segundo Kullander (1998), embora alguns autores evidentemente não concordassem.
Após um período de inatividade Isbrücker (2011) reabriu a questão e argumentou que Microgeophagus sensu Frey (1957) é na verdade o nome mais antigo disponível para o gênero, mas isso foi definitivamente rejeitado por Kullander (2011), que publicou uma análise detalhada do nomes genéricos diferentes que foram usados ​​para a espécie, a maioria dos quais derivados de literatura de aquário, ao invés de científica.
Embora Mikrogeophagus é agora geralmente aceite para ser correta as espécies M. ramirezi geralmente aparece na literatura mais antiga como aquário Apistogramma ramirezi , Microgeophagus ramirezi , ou Papiliochromis ramirezi .
O Mikrogeophagus e vários gêneros relacionados são frequentemente incluídos na suposta subfamília Geophaginae. Kullander (1998) realizou um estudo filogenético baseado na morfologia em que os Cichlidae neotropicais foram divididos em seis subfamílias das quais os Geophaginae continham 16 gêneros divididos entre três 'tribos':
Acarichthyini - Acarichthys e Guianacara . Crenicaratini - Biotoecus , Crenicara , Dicrossus e Mazarunia . Geophagini - Geophagus , Mikrogeophagus , ' Geophagus ' brasiliensis grupo, ' Geophagus ' grupo steindachneri, Gymnogeophagus , Satanoperca , Biotodoma , Apistogramma , Apistogrammoides e Taeniacara .
Estudos moleculares posteriores de Farias et al. (1999, 2000, 2001) resultou nas adições de Crenicichla e Teleocichla aos Geophaginae, um resultado apoiado por López-Fernández et al. (2005), que realizou a análise molecular mais detalhada do agrupamento até hoje, incluindo 16 dos 18 gêneros e 30 espécies.
No entanto, suas conclusões sobre inter-relações entre gêneros variaram um pouco das hipóteses anteriores e podem ser resumidas pelos seguintes grupos fracamente definidos:
- um relacionamento de grupo irmão fracamente apoiado entre Acarichthys e Guianacara . - um clado Satanoperca bem suportado, compreendendo Satanoperca , Apistogramma , Apistogrammoides e Taeniacara . - um 'grande clado' com Geophagus , Mikrogeophagus , ' Geophagus ' brasiliensis , ' Geophagus ' steindachneri , Gymnogeophagus , Biotodoma , Crenicara e Dicrossus . - um clado ' crenicarine ' com Biotoecus e Crenicichla .
Nenhum representante de Teleocichla ou Mazarunia foi incluído no estudo, mas o primeiro está bem estabelecido como sisterto Crenicichla, enquanto este último se agrupou estreitamente com Dicrossus e Crenicara em trabalhos anteriores.
As outras principais conclusões do trabalho são a confirmação de que Geophaginae é um grupo monofilético que exibe fortes sinais de ter sofrido radiação adaptativa rápida (diversificação de uma espécie ou tipo ancestral único em várias formas, cada qual adaptativamente especializada para um nicho ambiental específico).

Referências

  1. Anónimo, 1948 - The Aquarium, Philadelphia v. 17: 77 O ciclídeo anão Ramirezi identificado. [ Apistogramma ramirezi é atribuído a Myers & Harry neste trabalho. O autor é anônimo (provavelmente WT Innes). Uma descrição mais completa apareceu mais tarde em Myers & Harry 1948.
  2. Harpaz, S. e D. Padowicz, 2007 - O Jornal Israelita de Aquicultura - Bamidgeh 59 (4): 195-200 Melhoramento da cor no ciclídeo anão Ornamental Mikrogeophagus ramirezi por adição de carotenóides vegetais à dieta dos peixes.
  3. Kullander, SO, 2011 - Zootaxa 3131: 35-51 Nomenclatural disponibilidade de nomes genéricos científicos putativos aplicados ao peixe de ciclídeo da América do Sul Apistogramma ramirezi Myers e Harry, 1948 (Teleostei: Cichlidae).
  4. Morgenstern, R., 2012 - DCG-Informationen 43 (4): 74-82 Microgeophagus , Papiliochromis oder Mikrogeophagus - endlich Klarheit?
  5. Myers, GS e RR Harry, 1948 - Proceedings do California Zoological Club 1 (1): 1-8 Apistogramma ramirezi , um peixe ciclídeo da Venezuela.
  6. Reis, RE, SO Kullander e CJ Ferraris, Jr. (eds), 2003 - EDIPUCRS, Porto Alegre: i-xi + 1-729 Lista de verificação dos peixes de água doce da América do Sul e Central. CLOFFSCA.
  7. Robins, CR e RM Bailey de 1982 - Copeia de 1982 (1): 208-210 O estado dos nomes genéricos Microgeophagus , Pseudoapistogramma , Pseudogeophagus e Papiliochromis (Pisces: Cichlidae).
  8. seriously fish. com
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2019.06.10 23:20 MediocreLetter Desabafo de uma pessoa infiel

Bom, é isso, sou infiel. Não fui sempre assim, tudo começou com o meu último namorado, namorávamos à distância. Trai ele (fisicamente) 3x. Por que? Eu queria transar, pense bem na hora? Não, mas sabia que era errado. Em todas as vezes eu contei pra ele, ele ficou do meu lado mesmo assim. Ele me traiu também então é "ok". Acabamos terminando por outros motivos, mas esse espírito não saiu de mim.
Com meu atual namorado não sinto necessidade de traí-lo fisicamente, até porque, vejo ele todos os dias. No começo do namoro senti vontade de traí-lo sentimentalmente, por assim dizer. Tinha vontade de flertar com outras pessoas, mas nunca vontade de realmente tocá-las. Meu atual namorado sabe da única vez que flertei, e ta tudo bem. Já se passaram quase 2 anos, nunca mais senti vontade. Não sinto até hoje, é como se só tivesse olhos pro meu namorado, ele é incrível.
O que me trouxe até aqui na verdade são dois fatores, o primeiro é:
No começo do ano o ex-namorado citado acima me procurou, desde então conversa comigo frequentemente (no mínimo uma vez por semana). Eu estou confusa em relação ao que estou sentindo, realmente não sei. Eu amo meu atual namorado, quando abraço ele sinto uma paz imensa, sinto vontade de beijá-lo, conto as horas do dia pra ver ele, quando vamos dormir juntos a noite, é a melhor parte do meu dia inteiro, ele me ouve como nenhuma outra pessoa. Ele é simplesmente a melhor pessoa do mundo inteiro. Mas eu sinto vontade de falar com o meu ex-namorado, sinto saudade de vê-lo às vezes, ele disse que irá vir pra minha cidade no final do ano. Às vezes me pego imaginando como seria ver ele, se nós nos beijariamos ou algo do tipo. Ele me da sinais algumas vezes de que ainda gosta de mim ou que tem vontade de ficar comigo. Eu ficaria com ele se fosse solteira, sem dúvidas, mas hoje não. No máximo o abraçaria.
O segundo fator é que em dias ruins (como hoje) sinto uma vontade imensa de morrer. Não sinto orgulho de quem eu sou, sinto que só fiz merda nos meus relacionamentos, sinto vergonha de mim mesma. Não que eu não queira mais viver, até gostaria, tenho tantos objetivos. Tenho vontade de não ser eu, de me machucar pra ver se eu aprendo uma lição, pra ver se paro de me imaginar beijando outro homem.
Me sinto podre, tenho uma pessoa incrível do meu lado e penso em beijar e ver meu ex? Eu sou ridícula. Ao mesmo tempo não consigo dar um jeito em mim mesma, parece que quanto mais eu tento não ser assim, mais difícil fica. Fico me perguntando se todo mundo acha tão difícil não pensar em outras pessoas.
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